ESWC Brasil entrevista Gamewise-bid
Chegou a vez do site da ESWC Brasil entrevistar Ludson “bid” Almeida, da equipe Gamewise, vencedora da segunda seletiva brasiliense de Counter-Strike 1.6.
Na entrevista, o jogador fala das duas mudanças que o Gamewise fez após o resultado ruim na primeira classificatória e também da preparação que será feita daqui pra frente visando um bom resultado na Final Nacional.
Confira:
Depois do 1º classificatório, o Gamewise fez duas mudanças na line-up. Por que essas mudanças foram necessárias e o que mudou no time?
Devido ao nível de seriedade da equipe. Com todo respeito, gosto do vinny e do osd, mas a cobrança da equipe era grande e depois de perder o primeiro qualify fomos meio que forçados a mudar. Shgn e ask vieram em boa hora, aceitaram o convite e posso dizer que o time está muito mais forte e competitivo.
Você estiveram bem perto de se classificar no 1º qualify, o que você acredita que faltou para que sua equipe vencesse o DestinyCall?
Faltou um pouco de tudo, muitos erros táticos, no último mapa eles fizeram 11 rounds seguidos só em um lado do mapa, ou seja, na questão de mira também faltou, alguns jogadores do nosso time provocaram muito os rapazes goianos e não conseguiram suprir a fúria. Mesmo assim eles foram respeitosos conosco mesmo ao término da Grande Final. Julgando todo o campeonato (tirando a final). a equipe fez o seu papel muito bem, em destaque o que faltou mesmo foi maturidade por parte de alguns jogadores.
Logo na 2ª Rodada deste segundo qualify, vocês perderam para o RedLine. O que aconteceu nessa partida?
Até o começo, ao meu ver, não tinhamos “cara” de um time, digo pelos aspectos de união, comunicação e entendimento. Foi uma derrota necessária. Após isso, o time ficou mais único, mais comunicativo e as coisas foram fluindo dentro do jogo. Foi mais um alerta de “acorda vocês estão jogando com apenas um propósito”. Foi um jogo estranho, não entedemos o que havia acontecido e fomos provocados após a derrota, mesmo com alguns jogadores do RedLine alertando seus companheiros de que o campeonato não havia acabado ainda. E estava certo. Demos a volta por cima, mas com todo respeito mérito do RedLine, fizeram uma boa partida e vão ao próximo qualify com o mesmo propósito que o nosso.
Depois de vencer o proFIRE por um placar muito apertado, você chegou a pensar que não seria possível vencer dois mapas do utt? O utt ter chegado à Grande Final foi uma surpresa para você?
Vou ser sincero: a tabela estava muito estranha. ÿ incomum ver um BYE na Semifinal de um campeonato como a ESWC; a primeira seed estava completamente cheia e a segunda com apenas 3 times. Era muito fácil chegar a uma Final upper numa tabela pequena com apenas 3 times, porém, o utt me surpreendeu ao vencer o proFiRE, que era um dos favoritos. Quando chegamos à Grande Final, pensei: “Tudo depende do começo do jogo”, pois como não era um time conhecido, pensaríamos que não seria dificil, afinal vencemos o proFiRE num jogo realmente apertado. Estávamos mortos. Eu tive cãimbras nas pernas e estava com o braço esquerdo doendo, tomei até um banho do ar-condicionado, tivemos que pausar a partida e molhou meu teclado. Sabíamos que iriamos vencer a final de qualquer maneira. Pra mim, a ordem do campeoanto foi: início, fim e meio.
Com a vaga garantida, como serão os treinamentos da equipe daqui pra frente e o que você espera da Final Nacional da ESWC Brasil?
Essa semana tiramos uma folga, estaremos devolta com tudo a partir da semana que vem. Os treinamentos serão mais intensos e estamos certos que em nacional qualquer mole é fatal, então estamos a acertar detalhes de jogo e espero que isso nos dê um bom resultado. Não vou chutar uma colocação, mas queriamos muito estar entre os 5 mais bem colocados no evento e temos equipe pra isso, cabe agora a nós fazer acontecer.



