Pré-WCG Brasil com Batistuta, do GH.EXT
O site do Made in Brazil realizaou nos últimos dias uma série de entrevistas com as equipes que disputarão, a partir da próxima sexta-feira (4), a Final Nacional da WCG Brasil 2011. Os usuários puderam saber das expectativas desde os times menores até os principais candidatos ao título.
Na noite de hoje (1), o entrevistado é Juliano “Batistuta” Corrêa (foto), que defende o GamerHouse desde Junho do ano passado. O time é chamado de GH.EXTREME e está no Grupo A, ao lado de potências como GameCrashers, playArt e Team69.
Quando perguntado sobre qual colocação estaria de bom tamanho para o time, Batistuta respondeu: “A gente quer ganhar como qualquer outra equipe. Vamos por etapas, primeiramente tentar a classificação nos grupos e, se passarmos, vamos lutar pelo top1″.
Leia a entrevista abaixo:
Este time tem a mesma base de anos atrás. Vocês sempre jogam juntos. O que faz vocês serem um time tão unido, que dificilmente passa por mudanças?
Acho que a amizade que um tem com o outro e a vontade de jogar junto. Além disso, a vontade de nós todos juntos ganharmos algum nacional.
Em dois campeonatos on-line (classificatório da Acervus Cup e GamingCon Tt eSports), o GH.EXTREME passou por situações semelhantes contra o Team69. Na Upper, venceu, mas na Lower, acabou eliminado. Como você prevê esse confronto na WCG Brasil? Você acha que o mapa pode influenciar no resultado?
Sim, chega até a ser engraçado, mas acho que isso só mostra o quanto o CS está disputado, uma hora você ganha e na outra você toma espanco. Acho que esse confronto contra o Team69 vai ser bem equilibrado e os outros três também. O mapa influencia sim, o lado que você começa influencia, porém tentaremos ser o mais regular possível em todos os mapas.
Pelo que você pôde ver nesses confrontos, qual a importância do MKR no Team69?
Ele tem uma boa experiência vinda do CNB, mais acho que os cinco la são importantes, assim como os cinco nossos. Hoje em dia não existe muito isso de um player jogar sozinho.
O GH.EXTREME caiu no Grupo A, o mais complicado da competição. O que fazer para conseguir vencer adversários tão difíceis e passar para as Semifinais?
Não tem muito o que falar acho, só a gente desempenhar o que estamos acostumados a fazer e errar o mínimo possível.
Nos últimos campeonatos em lan (WCG 2010 e Mega Acervus Cup 2010), o GH.EXTREME acabou decepcionando e teve um rendimento abaixo do esperado. Você acha que o time pode apagar esses resultados ruins? Você vê o time pressionado?
Estamos devendo mesmo… é a chance de mostrar novamente. Não, não vejo o time pressionado, talvez com uma certa inconstância para encontrar o jogo e o caminho das vitórias.
Recentemente, o time perdeu ruaN, que vinha tendo boas atuações. Por que chamar o heavY de volta? E ele se adaptou bem à equipe novamente?
O ruaN foi e sempre será um grande amigo, além de um excelente jogador. Foi mais questão de horários e tal. O heavY foi escolhido para o lugar porque estava voltando a jogar e com ele conseguimos nossos melhores resultados como o top2 da WCG Brasil em 2008. Ele se adapta a qualquer situação, é um cara inteligente dentro e fora do game.
Como o GH.EXTREME tem se preparado para a WCG Brasil?
Estamos treinando segunda, terça e quinta, das 21 até umas 23 horas devido a restrições de horários, trabalho, mas acho que estamos bem preparados, apesar da baixa carga horária.
Qual colocação estaria de bom tamanho para o GH.EXTREME na sua opinião?
A gente quer ganhar como qualquer outra equipe. Vamos por etapas, primeiramente tentar a classificação nos grupos e, se passarmos, vamos lutar pelo top1.
Para você, qual será o top4 da competição?
GH.Extreme, Mandic, GC e GamerHouse.



